15 junho, 2005

"Queria desligar-me do mundo... abafar o choro na almofada... morrer neste vazio... desistir de tudo num segundo... sinto a tua falta, meu Deus como eu a sinto. Queria arrancar tudo o que sinto por ti, tal como se arranca uma erva daninha... por vezes acho que és isso... uma erva daninha, que nasceu em mim e cresceu, cresceu sem que eu me apercebe-se, não sei porquê, mas por vezes gostava de te arrancar de mim... Que digo eu?! Se te adoro, se me sinto bem contigo, se gosto de ti... "Gosto", já nem sei se é um simples gostar ou muito mais... sei que todo o tempo que passo contigo não me chega, sei que adoro o teu abraço, o teu beijo... sentir o teu corpo no meu, deitar-me no teu colo ou encostar-me ao teu peito, enquanto tu me fazes carinhos... detesto quando tenho de me despedir de ti, peço-te em pensamento que não vás, que fiques mais um pouco... adoro o teu cheiro, o teu olhar, o teu sorriso, adoro tudo em ti, apesar de muitas vezes dizer que não, em momentos de "fúria"... O certo (ou errado) é que não tinha a menor intenção de sentir algo por ti e hoje... quero-te e muito..."
(Retirado do Blog de Perdida nas Palavras)

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