A linguagem do silêncio
No silêncio profundo da noite,
A chuva cai no peitoril da janela
E se desliza por o vidro abaixo até
Encontrar o seu lugar de descanso.
No silêncio profundo da noite,
A chuva lenta a cair chama por a minha Alma;
Quer levar com ela a descrença que se fez
Quando o meu ultimo beijo finalizou o teu.
No silêncio profundo da noite,
As memórias são proferidas por
O mutismo que dá a existência
À dor confessora.
No silêncio profundo da noite,
Procuro o meu repouso em ti --
No teu coração provincial
Onde habitava o meu Ser.
No silêncio profundo da noite,
Igual ao pranto da chuva
A dor procura a voz da pessoa
Que lhe concede o descanso.
No silêncio profundo da noite,
O amor busca sempre o seu dono.
A chuva cai no peitoril da janela
E se desliza por o vidro abaixo até
Encontrar o seu lugar de descanso.
No silêncio profundo da noite,
A chuva lenta a cair chama por a minha Alma;
Quer levar com ela a descrença que se fez
Quando o meu ultimo beijo finalizou o teu.
No silêncio profundo da noite,
As memórias são proferidas por
O mutismo que dá a existência
À dor confessora.
No silêncio profundo da noite,
Procuro o meu repouso em ti --
No teu coração provincial
Onde habitava o meu Ser.
No silêncio profundo da noite,
Igual ao pranto da chuva
A dor procura a voz da pessoa
Que lhe concede o descanso.
No silêncio profundo da noite,
O amor busca sempre o seu dono.


0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial