Estilhaços de alma
Os vidros ainda caídos no chão
Relembram as últimas horas,
Que de calor se transformaram em gelo...
Simplesmente com um olhar.
Eram tão poucos os minutos
E no entanto foram vividos
Como se de um final suspiro de vida se tratassem.
E alguém partiu!
Talvez tenhas sido tu!...
Deixo repousar o pouco que resta de mim
Junto aos vidros da janela.
Aqui permanecerei!
Ainda consigo ouvir os teus passos,
Sentir o fumo do teu cigarro
E o teu cheiro ainda paira no ar.
Vivo na esperança que voltes!
Que tragas também a minha alma,
Que ao ver-te partir se desprendeu deste corpo
Para poder estar perto de ti...


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