A felicidade
O homem é como um imenso pulmão, sempre sedento de oxigénio, como um imenso coração, sempre faminto de sangue. O oxigénio, o sangue que o homem tanto deseja é a felicidade. Às vezes procuramos a felicidade fora de nós mesmos e enganamo-nos lamentavelmente, porque a felicidade está dentro de nós e somos nós que a construímos. A nossa felicidade é a consequência da felicidade que procuramos para os outros. Talvez saiba isto a mãe que sorri feliz junto da cama do seu filho adormecido, depois de um dia de trabalho feito por causa dele. Não temos o direito de gozar da felicidade, se não a criamos à nossa volta, como não o temos de disfrutar da riqueza, se não a produzirmos. A nossa principal tarefa nesta vida é a de sermos felizes. E só há uma maneira de o sermos e o caminho mais curto e mais seguro para o conseguir: é tornar felizes os outros; fazer os outros felizes.

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